segunda-feira, 8 de abril de 2013

A SERVIÇO DO REINO!

PARTICIPE!


EMANUEL, O DEUS CONOSCO!


O' Deus de Amor e Bondade Te agradecemos pelas maravilhas da Encarnação do teu Filho e faz que o mundo reconheça-o como único Senhor e Salvador, Ele que é Deus, e convosco vive e reina na unidade do Espírito Santo. Amém!

A IGREJA CELEBRA HOJE A ENCARNAÇÃO DO SENHOR, A ANUNCIAÇÃO DO ANJO GABRIEL A MARIA SANTÍSSIMA


A.41.1 "Cheia de graça" saudação do
           Anjo na Anunciação
§ 490
Para ser a Mãe do Salvador, Maria "'foi enriquecida por
Deus com dons dignos para tamanha função". No momento
 da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como "cheia de
 graça". Efetivamente, para poder dar o assentimento livre
de sua fé ao anúncio de sua vocação era preciso que ela estivesse
 totalmente sob a moção da graça de Deus.
A.41.2 Consentimento de Maria na
           Anunciação
§ 973
Ao pronunciar o 'fiat" (faça-se) da Anunciação e ao dar
 seu consentimento ao Mistério da Encarnação, Maria já
colabora para toda a obra que seu Filho deverá realizar.
Ela é Mãe onde Ele é Salvador e Cabeça do Corpo Místico.
A.41.3 Festa da Anunciação
§ 1171
O ano litúrgico é o desdobramento dos diversos
aspectos do único mistério pascal. Isto vale muito
particularmente para o ciclo das festas em tomo do mistério
 da encarnação (Anunciação, Natal, Epifania) que comemoram
 o começo de nossa salvação e nos comunicam as primícias
do Mistério da Páscoa.
A.41.4 Jesus nome dado por Deus na
           Anunciação
§ 430
Jesus quer dizer, em hebraico, "Deus salva". No momento
da Anunciação, o anjo Gabriel dá-lhe como nome próprio o
nome de Jesus, que exprime ao mesmo tempo sua identidade
 e missão. Uma vez que "só Deus pode perdoar os pecados"
 (Mc 2,7), é Ele que, em Jesus, seu Filho eterno feito homem,
"salvará seu povo dos pecados" (Mt 1,21). Em Jesus, portanto,
 Deus recapitula toda a sua história de salvação em favor dos
homens.
A.41.5 Maternidade de Maria e Anunciação
§ 969
"Esta maternidade de Maria na economia da graça perdura
 ininterruptamente, a partir do consentimento que ela fielmente
 prestou na anunciação, que sob a cruz resolutamente manteve,
 até a perpétua consumação de todos os eleitos. Assunta aos
céus, não abandonou este múnus salvífico, mas, por sua
múltipla intercessão, continua a alcançar-nos os dons da
salvação eterna. (...) Por isso, a bem-aventurada Virgem
Maria é invocada na Igreja sob os títulos de advogada,
auxiliadora. protetora, medianeira."
§ 2674
A partir do consentimento dado na fé por ocasião da
Anunciação e mantido sem hesitação sob a cruz, a
 maternidade de Maria se estende aos irmãos e às irmãs
de seu Filho "que ainda são peregrinos e expostos aos
perigos e às misérias". Jesus, o único Mediador, é o
Caminho de nossa oração; Maria, sua Mãe e nossa Mãe,
é pura transparência dele. Maria "mostra o Caminho"
("Hodoghitria"), é seu "sinal" conforme a iconografia
tradicional no Oriente e no Ocidente.
A.41.6 Oração de Maria e Anunciação
§ 2617
A oração de Maria nos é revelada na aurora da plenitude
dos tempos. Antes da Encarnação do Filho de Deus e antes
 da efusão do Espírito Santo, sua oração coopera de maneira
 única com o plano benevolente do Pai; na Anunciação
para a concepção de Cristo, em Pentecostes para a formação
da Igreja, Corpo de Cristo. Na fé de sua humilde serva, o
Dom de Deus encontra o acolhimento que esperava desde
 o começo dos tempos. Aquela que o Todo-Poderoso tornou
"cheia de graça" responde pela oferenda de todo seu ser:
"Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo tua palavra".
 Fiat, esta é a oração cristã: ser todo dele porque Ele é todo
 nosso.
A.41.7 Plenitude do tempo tem início na Anunciação
§ 484.
A Anunciação a Maria inaugura a "plenitude dos tempos"
(Gl 4,4), isto é, o cumprimento das promessas e das preparações.
 Maria é convidada a conceber aquele em quem habitará
"corporalmente a plenitude da divindade" (Cl 2,9). A resposta
 divina à sua pergunta "Como se fará isto, se não conheço homem
 algum?" (Lc 1,34) é dada pelo poder do Espírito: "O Espírito
Santo virá sobre ti" (Lc 1,35).



A Celebração da Anunciação do Senhor, possui data fixa: 25 de março. Este ano, porém, pelo fato de  ter coincidido com a Samena Santa, que vem seguida da oitava da Páscoa, fo transferida para hoje, a fim de que tenha o destaque merecido dentro do Calendário Litúrgico.

Do Catecismo da Igreja Católica

domingo, 7 de abril de 2013

CELEBRAÇÃO DO DIA DA MISERICÓRDIA DIVINA - ILMAM - 2013

                          Foi uma grande benção para os Missionários da Santa Cruz e do Amor Misericordioso do Coração Eucarístico de Jesus, a Festa da Misericórdia Divina, sendo para a comunidade do Bairro Dom Expedito, em Sobral, um momento forte de oração, de reflexão da Palavra de Deus e de fortalecimento na fé e no abandono à Divina Misericórdia.
                          Pela manhã, na Casa da Misericórdia, casa Mãe do ILMAM, aconteceu um momento de louvor, oração e pregação para os consagrados, noviços e engajados do Instituto, sob a orientação de Valdenízio Rocha, membro da Comunidade São Francisco, da RCC de Sobral, a quem manifestamos nossa imensa gratidão, por partilhar conosco sua caminhada de fé, sua experiência de Deus.
                          Como programado e divulgado, de 14 às 15 horas, na Capela de São Pedro, vivenciamos um poderoso momento de adoração ao Santíssimo Sacramento, tempo de estar aos pés do Senhor de Misericórdia e derramar diante dEle o nosso coração, a nossa vida. Às 15 horas, o Padre João Batista Diniz, da Paróquia do Patrocínio, Sobral, presidiu a Santa Eucaristia, acontecendo em seguida a recitação do Terço da Misericórdia e procissão com a imagem de Jesus Misericordioso pelas ruas do Bairro. A participação da comunidade local, cresce a cada ano. Louvado seja Deus que nos impulsiona em nossa missão de anunciar seu Misericórdia aos sedentos de amor e perdão.









Ir. Edmilson Moreira, MAM
Fundador e Coordenador Geral do LMAM

ETERNA É A MISERICÓRDIA DO SENHOR!





sábado, 6 de abril de 2013

O Instituto de Leigos Missionários do Amor Misericordioso celebra a Festa da Misericórdia Divina



                     A Misericórdia Divina é a maior expressão do Amor Infinito do Senhor ao homem miserável, necessitado da ação restauradora do amor.
                    Instituida na Igreja pelo Beato João Paulo II, celebramos no segundo Domingo da Páscoa, a Festa da Divina Misericórdia. E vivenciando esse forte elemento da sua espiritualidade, o ILMAM - Instituto de Leigos Missionários da Santa Cruz e do Amor Misericordioso do Coração Eucarístico de Jesus, celebra neste Domingo, dia 07 de abril, a Misericórdia de Deus, segundo a orientação de uma de suas baluartes, Santa Faustina Kolwaska.
                   Este ano, a celebração constará de dois momentos: pela manhã, os membros do ILMAM vivenciarão um momento forte de oração, de espiritualidade e formação, pregado pelo irmão Valdenízio Rocha, da Comunidade São Francisco, da RCC de Sobral. À tarde, a partir das 14 horas, a celebração acontecerá com todo o povo de Deus, especialmente com a comunidade do Bairro Dom Expedito. A seguir, a programação. Participe! Traga sua família! venha mergulhar no oceano da misericórdia do Coração de Jesus.


                                                                   PROGRAMAÇÃO

14:00 - Adoração ao Santíssimo Sacramento
15:00 - Celebração Eucarística, presidida pelo Padre João Batista Diniz.
16:00 - Recitação meditada do TERÇO DA MISERICÓRDIA DIVINA.
17:00 - Procissão com imagem de Jesus Misericordioso.
Capela de São Pedro, Bairro Dom Expedito - Sobral / CE.


Ir. Francisco Edmilson Moreira Carneiro, MAM
Fundador e Coordenador Geral do ILMAM


SANTA FAUSTINA KOLWASKA, APÓSTOLA DA MISERICÓRDIA DIVINA




                           SANTA MARIA FAUSTINA KOWALSKA escrevia em 1937 no seu Diário:  "A glorificação da Tua misericórdia, ó Jesus, é a missão exclusiva da minha vida". Nasceu em Glogowiec, na Polónia central, no dia 25 de Agosto de 1905, de uma família camponesa de sólida formação cristã. Desde a infância sentiu a aspiração à vida consagrada, mas teve de esperar diversos anos antes de poder seguir a sua vocação. Em todo o caso, desde aquela época começou a percorrer a via da santidade. Mais tarde, recordava:  "Desde a minha mais tenra idade desejei tornar-me uma grande santa".
                                                 Com a idade de 16 anos deixou a casa paterna e começou a trabalhar como doméstica. Na oração tomou depois a decisão de ingressar num convento. Assim, em 1925, entrou na Congregação das Irmãs da Bem-aventurada Virgem Maria da Misericórdia, que se dedica à educação das jovens e à assistência das mulheres necessitadas de renovação espiritual. Ao concluir o noviciado, emitiu os votos religiosos que foram observados durante toda a sua vida, com prontidão e lealdade. Em diversas casas do Instituto, desempenhou de modo exemplar as funções de cozinheira, jardineira e porteira. Teve uma vida espiritual extraordinariamente rica de generosidade, de amor e de carismas  que  escondeu  na  humildade  dos  empenhos quotidianos.
                                                 O Senhor escolheu esta Religiosa para se tornar apóstola da Sua misericórdia, a fim de aproximar mais de Deus os homens, segundo o expresso mandato de Jesus:  "Os homens têm necessidade da minha misericórdia".
                                                 Em 1934, Irmã Maria Faustina ofereceu-se a Deus pelos pecadores, sobretudo por aqueles que tinham perdido a esperança na misericórdia divina. Nutriu uma fervorosa devoção à Eucaristia e à Mãe do Redentor, e amou intensamente a Igreja participando, no escondimento, na sua missão de salvação. Enriqueceu a sua vida consagrada e o seu apostolado, com o sofrimento do espírito e do coração. Consumada pela tuberculose, morreu santamente em Cracóvia  no  dia  5  de  Outubro  de  1938,  com  a  idade de 33 anos.



                                                 João Paulo II proclamou-a Beata no dia 18 de Abril de 1993; sucessivamente, a Congregação para as Causas dos Santos examinou com êxito positivo uma cura milagrosa atribuída à intercessão da Beata Maria Faustina, e no dia 20 de Dezembro de 1999 foi promulgado o Decreto sobre esse milagre. Em 30 de abril de 2000, foi canonizada pelo Papa João Paulo II.